terça-feira, 5 de julho de 2016

Basta um olhar, um gesto, um instante de compreensão imediata 
e um riso compartilhado pra que a gente queira que aquele instante permaneça. E ele permanece, na medida em que não nos desfazemos da sensação, não é?


Acho que foi o seu jeito de ler as minhas entrelinhas com muito pouca precisão, ou talvez o meu vício por explicar o inexplicável. Só sei que eu quero conhecer os mundos dentro da sua cabeça e te mostrar os infinitos do meu coração.

Posso estar completamente enganada a seu respeito

mas talvez seja isso o que me move.
 A vontade de descobrir pequenos enganos e me perder nas tuas linhas.
 Nos espaços de nós dois.

4 comentários:

Jaya Magalhães disse...

Eu saí lendo foi tudo que não tinha lido. SUPER AMEI o texto sobre a cultura do estupro. Do tipo que dá vontade de sair panfletando, inclusive em festas de família, porque olha: que grande merda a cabeça das pessoas!

Enfim, você continua foda em todas as tuas escritas. Poesia ou não.

Essa tua postagem de hoje me fez lembrar de uma coisa que já senti muitas vezes, essa coisa da gente amar o que a gente quer, e não o que de fato é. Não sei, posso estar enganada. Mas foi o que me remeteu.

O fato é que se perder nesses espaços assim é uma delícia. Até porque ele vai deixar de existir e ficar grudado é melhor ainda. Rá!

Beijo, Mary!

Anônimo disse...

A suavidade que deitas nas letras é sempre um encantamento.
Gosto demais quando me sinto existir, nas coisas que tu diz.
Me alegra o tempo de estar aqui.
Boa semana

Anônimo disse...

Você podia olhar pros lados de vez em quando, Maria!

UM beijo doce.

Sara com Cafe disse...

te permite, e só.

abraço profundo.