Olha é tão forte,
é tanta dor,
que eu já não sei nem se é amor.
Só sei que o fulano
Passa dia, passa ano.
Não sai de dentro do peito.
Já tentei de tudo e não tem jeito
Ah, Fulano que eu nem sei se é de verdade.
Encheu meu peito com essa saudade.
Que eu não sei como, onde ou por quê.
Fulano me tirou as rimas,
As estribeiras e o chão.
Fulano nem sabe, mas me tem na sua mão.
Quando o vejo, fico contente.
E ele ali de longe, não sei se ri ou se mente.
Não sei mais o que faço, minha gente.
Eu ando mesmo é muito carente.
Ah, Fulano devia vir logo aqui.
Sentar comigo e deixar isso fluir.
Que é pra ver se é isso mesmo
Ou se é só aquilo ali.
Fulano, Fulano, Fulano...Ah...fulano.
é tanta dor,
que eu já não sei nem se é amor.
Só sei que o fulano
Passa dia, passa ano.
Não sai de dentro do peito.
Já tentei de tudo e não tem jeito
Ah, Fulano que eu nem sei se é de verdade.
Encheu meu peito com essa saudade.
Que eu não sei como, onde ou por quê.
Fulano me tirou as rimas,
As estribeiras e o chão.
Fulano nem sabe, mas me tem na sua mão.
Quando o vejo, fico contente.
E ele ali de longe, não sei se ri ou se mente.
Não sei mais o que faço, minha gente.
Eu ando mesmo é muito carente.
Ah, Fulano devia vir logo aqui.
Sentar comigo e deixar isso fluir.
Que é pra ver se é isso mesmo
Ou se é só aquilo ali.
Fulano, Fulano, Fulano...Ah...fulano.
16 inventaram:
ah fulano nao...
se tem chance de ser mentira, não deixa nada fluir nao!
Você, Drumond e a chuva que cai lá fora, uma combinação quase perfeita se eu tivesse o seu abraço.
gosto muito de te ler.
x*
Drummond é a perfeita inspiração, sou fã de carteirinha dele.. então já começou bem.
aí tu chegas com esse teu jeitinho de escrever que eu adoro.. aah, Má, muito bom mesmo.
que dê certo isso tudo aí, e que esse não seja só mais um fulano que vem chegando perto e depois dobra na direção oposta.
bjs.
drumond e seu fulano junto com sua fulana que bem é retrado... ótimo!
ah, esqueci de dizer que o gosto musical é ótimo também, Maria.
Eu realmente me encanto com os poemas do Drummond. Ele consegue descrever tanta coisa que a gente nem sempre ousa dizer por aí.. Acho incrível. E gostei por demais do teu blog também! Voltarei aqui *.*
Fulano me tirou as rimas,
As estribeiras e o chão.
Fulano nem sabe, mas me tem na sua mão.
meu Deus! srsrs
que lindo.
Fulano não me deixou chances me levou tudo...tô em busca de mim mesma...
beijos
Oi má!
Adorei este poema!!!
Acho que nos entendemos mutuamente, então...
Nós, e os velhos Vinícius e Drummond!!!
rsrsrssss...
Mandei pelo msn...
Você conhece Maglore???
Aqui em Conquista eles estão fazendo sucesso... parecem Los Hermanos... o link do cd deles: http://www.4shared.com/file/n28uuW48/Maglore_-_Veroz.htm
e tem também os barcos:
http://www.4shared.com/file/Oke-wIiE/Os_Barcos_-_2010_Os_Barcos.htm
depois diz o que achou!
beijão.
Maria, parabéns pelo seu blog, leio ele desde, sempre rs'
e hoje lembrei de um texto seu "Luto" que traduzia completamente o que eu estava sentindo diante do que aconteceu há algumas horas por aqui.
Então, coloquei ele no meu blog, espero que não se importe, coloquei os créditos e o link daqui.
Se você não quiser, eu tiro, é só me avisar.
E mais um vez, parabéns, seus textos são maravilhosos.
Ah fulano... Se ainda fosse o ciclano.
Gostei! Da pra cantar!
Abraços Imundos.
Gostei do poema, muito bonito! Drummond sempre inspirando os novos artistas.
Thamy D'el Rey
Querida,versos lindos,rima forte.Espero que esteja enganada e que maio se mostre atrativo e surpreendente pra tí,enfim,bela.
abraço !
Ah, a poesia...
A poesia, Maria.
"Amor tão disparatado,
Desbaratado é que é".
Ficou maravilhoso. Tu, Drummondazinha. (:
Um beijo, nega.
Ah os fulanos, as fulanas..os amores, os sabores, o toque... chama.
beijos, Charlie B.
Postar um comentário