sábado, 13 de junho de 2009

Antes do tempo

Já está mais do que comprovado que é preciso separar as coisas, entender os gestos e principalmente evitar precipitações. Eu acho que nasci de 7 meses. Me lembrem de perguntar isso à minha mãe. EU SEMPRE PASSO POR ISSO! Eu sempre, sempre, sempre, esqueço de colocar na minha cabeça aquela parada de Regras e Excessões. Eu até repito pra mim mesma às vezes ''Eu sou uma regra. Não uma excessão''. Mas eu não me dou ouvidos. Eu como o milho antes dele virar pipoca, gente! E eu já me acostumei com isso. Prefiro idealizar os fatos do que fazer com que eles se concretizem. E hoje eu decidi que não vale à pena. Descobri que perfeição não existe. (Sério, gente, ela não existe mesmo) e que as primeiras impressões NÃO SÃO as que ficam. Estou desapontada, mesmo. Eu poderia estar feliz com os ultimos acontecimentos, pois finalmente eu provei um monte de coisa a um monte de gente, virei o jogo aos 45min. do segundo tempo e ganhei o campeonato. Mas não estou. E é por um simples motivo: de nada valeu.
O gosto de tudo isso não é tão como eu imaginei.. e na verdade, não quero tornar a ter que fazer muito do que fiz.
Eu preciso parar de me sentir dona das coisas antes do tempo.
Eu preciso parar de sofrer antes do tempo.
Eu preciso parar de sorrir antes do tempo.
Eu preciso parar de dizer as coisas antes do tempo.
Eu preciso parar. Antes do tempo.

''Não diga o verbo na conjugação errada, para não ter de a corrigir. Usa-o apenas quando tiveres certeza do indicativo, para não teres de usar o pretérito num futuro próximo.''

terça-feira, 2 de junho de 2009

Eu tive um sonho...

E aqui estou eu, de novo, no mesmo lugar. Com os mesmos pensamentos sobre coisas diferentes. De um lado, tudo o que eu faria se pudesse. Do outro tudo o que eu perderia, se fizesse. As pessoas continuam com suas vidas. E eu continuo com a minha. Eu respiro porque quando eu tento parar, a minha cabeça dói. Mas a respiração tem me incomodado. A transpiração também. Em excesso. Eu cansei de respirar. Me deu preguiça de viver.
A cena repete. E eu estou de novo, no mesmo lugar. Dessa vez, as pessoas me olham e riem. Alto. Com medo eu corro, eu fujo, mas caio. Eu sempre acabo caindo. Essa maldita pedra no meu caminho. Minha pedra é uma pessoa. Uma pessoa no meio do caminho. Maldita pessoa no meu caminho.
A cena se inverte, e dessa vez, eu olho as pessoas. Ela têm medo de mim. Asco. Elas correm. E eu fico parada, eu não vou correr atrás de ninguém. EU NÃO VOU CORRER ATRÁS DE NINGUÉM!